Empresa cria climatizador que consome menos energia
Uma boa idéia que pode ser ideal para lidar com o B-R-O BRÓ de Teresina.
Fonte: PEGN
25 Setembro, 2009
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Empreendedorismo,
Inovação,
Tecnologia,
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16 Agosto, 2009
14 Agosto, 2009
07 Abril, 2009
Orkut Buyukkokten merece uma estátua em Brasília
Por Carlos Nepomuceno
O criador do Orkut economizou bilhões de reais em treinamento para incluir quase de graça boa parte da jovem população brasileira na internet colaborativa, já que na lei da interação um aprende com o outro.
Se eu fosse o Lula eu mandava colocar a estátua do Orkut Buyukkokten ali em Brasília na Praça dos Três Podres Poderes.
Ele inventou o Orkut e economizou bilhões de reais em treinamento para incluir quase de graça boa parte da jovem população brasileira na internet colaborativa, já que na lei da interação o orkutiano aprende com o orkutiano. Parece difícil, mas é fácil.
Qual foi a economia gerada pelo Orkut? Quantos deputados e senadores deixaram de levar um percentual?
Antes do Orkut, era uma sinuca de bico. Como vamos colocar e treinar essa massa de jovens para entrar na rede? Como fazer com que eles se interessem por esse novo mundo? Coloca-se telecentro? Via biblioteca? Via escola?
Sim, tudo isso acima, mas perto da casa das pessoas também.
Surgiu a demanda (você ainda não está no Orkut?) e, com ela, a necessidade (vai lá!)
O número é espantoso. 76% dos brasileiros (que estão na rede) têm Orkut. Criou-se a rede dos empreendedores dos cibercafés e lan houses nos bairros da cidade, populares, ou não, o que demonstra que temos alguma moral (aprendizado) a tirar dessa história toda para pensar o futuro.
Será que o Estado não deveria procurar ser sempre mais apicultor (estimular a produção do mel) do que ordenhador de vacas (colocar as parcas tetas para consumo)?
Nessa linha, pergunta-se: qual projeto existe do atual Governo para estimular, apoiar, suportar essa rede de lan houses populares? (se alguém conhece e estou sendo injusto, comente).
Ou mesmo caminhar para as Wi-max (redes por cidades), barateando mais ainda o custo do acesso das lan houses, como tem feito o governo do Estado do Rio, colocando acesso livre nas favelas, em Copacabana, etc?
Pois bem, agora nos perguntamos qual é o é o próximo passo. Como transformar orkutianos em cidadãos 2.0? Gerar educação e renda?
Já que um computador em rede e no Orkut capacita para entrar no novo ambiente ecológico informacional, é um grande passo, mas não tira ninguém do lugar social que está.
É preciso projetos diferentes, outros Orkuts, menos Big Brothers, para estimular novas atividades e ações. É preciso criar, por exemplo, uma rede de professores 2.0. Se o professor muda a cabeça, muda a escola. Curso de reciclagem em todo o país: professor 2.0 ensinando professor 2.0.
(Um bom exemplo de rede social não Big Brother é o Radiotube, por exemplo, reunindo rádios comunitárias do Brasil inteiro, para compartilhar programas e ideias, projeto como apoio da Petrobras.)
É preciso mais!
De qualquer forma, o fato já nos mostrou uma direção. Muito mais do que Olimpíada, Copa do Mundo, precisamos colocar dinheiro em projetos concretos e realistas.
Apoiar, estimular, dar recursos e, principalmente, valorizar e reciclar os profissionais que multiplicam como os de educação, bibliotecários, de saúde no novo ambiente informacional.
(Quem mora no Rio sabe que o Pan deixou um rastro de desperdício na cidade.)
Chega de viajar na maionese! Que tal para começar uma estátua do Orkut Buyukkokten bem na Praça dos Três Podres Poderes para que todos os orkutianos brasileiros em caravanas cíclicas possam render homenagem ao pai da Web 2.0 brasileira, que, por sinal, é turco. (Não sejamos bairristas, o mérito a quem merece!!!)
Você é a favor?
Fonte: Webinsider
Leia mais em:
Inclusão digital: despreparo e assistencialismo são desafios no Brasil, dizem especialistas
Se eu fosse o Lula eu mandava colocar a estátua do Orkut Buyukkokten ali em Brasília na Praça dos Três Podres Poderes.
Ele inventou o Orkut e economizou bilhões de reais em treinamento para incluir quase de graça boa parte da jovem população brasileira na internet colaborativa, já que na lei da interação o orkutiano aprende com o orkutiano. Parece difícil, mas é fácil.
Qual foi a economia gerada pelo Orkut? Quantos deputados e senadores deixaram de levar um percentual?
Antes do Orkut, era uma sinuca de bico. Como vamos colocar e treinar essa massa de jovens para entrar na rede? Como fazer com que eles se interessem por esse novo mundo? Coloca-se telecentro? Via biblioteca? Via escola?
Sim, tudo isso acima, mas perto da casa das pessoas também.
Surgiu a demanda (você ainda não está no Orkut?) e, com ela, a necessidade (vai lá!)
O número é espantoso. 76% dos brasileiros (que estão na rede) têm Orkut. Criou-se a rede dos empreendedores dos cibercafés e lan houses nos bairros da cidade, populares, ou não, o que demonstra que temos alguma moral (aprendizado) a tirar dessa história toda para pensar o futuro.
Será que o Estado não deveria procurar ser sempre mais apicultor (estimular a produção do mel) do que ordenhador de vacas (colocar as parcas tetas para consumo)?
Nessa linha, pergunta-se: qual projeto existe do atual Governo para estimular, apoiar, suportar essa rede de lan houses populares? (se alguém conhece e estou sendo injusto, comente).
Ou mesmo caminhar para as Wi-max (redes por cidades), barateando mais ainda o custo do acesso das lan houses, como tem feito o governo do Estado do Rio, colocando acesso livre nas favelas, em Copacabana, etc?
Pois bem, agora nos perguntamos qual é o é o próximo passo. Como transformar orkutianos em cidadãos 2.0? Gerar educação e renda?
Já que um computador em rede e no Orkut capacita para entrar no novo ambiente ecológico informacional, é um grande passo, mas não tira ninguém do lugar social que está.
É preciso projetos diferentes, outros Orkuts, menos Big Brothers, para estimular novas atividades e ações. É preciso criar, por exemplo, uma rede de professores 2.0. Se o professor muda a cabeça, muda a escola. Curso de reciclagem em todo o país: professor 2.0 ensinando professor 2.0.
(Um bom exemplo de rede social não Big Brother é o Radiotube, por exemplo, reunindo rádios comunitárias do Brasil inteiro, para compartilhar programas e ideias, projeto como apoio da Petrobras.)
É preciso mais!
De qualquer forma, o fato já nos mostrou uma direção. Muito mais do que Olimpíada, Copa do Mundo, precisamos colocar dinheiro em projetos concretos e realistas.
Apoiar, estimular, dar recursos e, principalmente, valorizar e reciclar os profissionais que multiplicam como os de educação, bibliotecários, de saúde no novo ambiente informacional.
(Quem mora no Rio sabe que o Pan deixou um rastro de desperdício na cidade.)
Chega de viajar na maionese! Que tal para começar uma estátua do Orkut Buyukkokten bem na Praça dos Três Podres Poderes para que todos os orkutianos brasileiros em caravanas cíclicas possam render homenagem ao pai da Web 2.0 brasileira, que, por sinal, é turco. (Não sejamos bairristas, o mérito a quem merece!!!)
Você é a favor?
Fonte: Webinsider
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Inclusão digital: despreparo e assistencialismo são desafios no Brasil, dizem especialistas
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24 Fevereiro, 2009
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ORÇAMENTO PÚBLICO - Orçamento municipal
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ORÇAMENTO PÚBLICO - Execução Orçamentária
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ORÇAMENTO PÚBLICO - Que bicho é esse?
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27 Janeiro, 2009
DUMPING
Exportação e venda de mercadorias a preços inferiores aos estabelecidos pelo mercado internacional ou local, caso em que concorrerão com os fabricantes locais, de forma a prejudicar venda destes no país e até o dispositivo industrial do país importador. É tida como prática desleal para colocação dos produtos no mercado. A prática do dumping é coibida pelo GATT, no âmbito internacional.
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Dicionário
Redes sociais e vídeos atraem dinheiro
Guilherme Pavarin, de INFO Online
21 de janeiro de 2009
Campus Party Labs recebe 70 projetos de empreendedores brasileiros. Vencedores receberão investimentos.
SÃO PAULO – Nos primeiros dias da Campus Party Labs, as inovações empreendedoras se baseiam em duas poderosas frentes: vídeo e interação com redes sociais.
A área, que mostra aplicações da tecnologia para suprir carências do mercado atual, teve 70 inscritos, o que representa um número bastante superior às edições do mesmo evento em outros países. Por questão de tempo, foram selecionados apenas 40, considerados mais maduros e promissores. “A ideia é incentivar os empre-endedores e passar sugestões a eles. Não há clima de competição”, diz Edson Mackeenzy, do Videolog, e um dos coordenadores do Labs.
Responsável por administrar as bancas, ao lado de Manoel Lemos, CTO da Abril Digital, e Tiago Baeta, da Imaster, ele comentou sobre os projetos deste terceiro dia de Campus Party: “Até agora, o grande destaque fica para os sites de vídeo e as redes sociais. O que mais me impressionou até agora foi o ‘Gengibre’, do Cazé”.
No ar há três meses, o Gengibre - Pra aliviar a garganta, é uma criação do VJ da MTV Cazé Pecini e de Rodolfo Zikora, os mesmos idealizadores do site Gafanhoto. A ferramenta consiste, basicamente, em mandar mensagens de voz por telefone fixo ou celular e acoplar em blogs ou na própria rede, tal qual um serviço de ‘microblogging falado’.
“Queremos tornar o Gengibre o mais barato possível. Já me perguntaram por que não disponibilizamos vídeos para os usuários colocarem no site. Isso fugiria do nosso objetivo. Às vezes, na internet, o menos é mais. Estamos desenvolvendo internamente a mesma ferramenta (de voz, do Gengibre) para Orkut e Facebook”, disse Cazé.
Assim como os demais participantes, depois de apresentar o projeto em 15 minutos, Cazé e Rodolfo receberam sugestões e avaliações da bancada de quatro convidados da área. Todo o material será passado para investidores, que poderão comprar as ideias.
A força do vídeo na internet
Enquanto a turma do Gengibre se especializa na área de voz e refuta os vídeos, muitos outros projetos estão trazendo a TV para a tela do computador. É o caso do Canal 8, uma iniciativa piauiense, que cobre eventos locais e disponibiliza na web.
Josele, dono do projeto, quer expandir a sua TV, vendendo sua solução para outros estados. De Teresina, ele se oferece a comprar todos os equipamentos necessários para a construção de uma outra sede do canal, e dá consultoria sobre como usar o software, as câmeras e o que mais o ‘dono da franquia online’ precisar.
“Algumas matérias nossas já rolaram na TV local. Acreditamos no conteúdo com qualidade, com vinheta e som de primeira. Precisamos expandir para outros estados e, depois, juntar todo o conteúdo em nosso portal”, explicou o empre-endedor, que, no futuro próximo, pretende dividir a receita de publicidade com seus colaboradores.
De acordo com o piauiense, os problemas de custo e tempo foram solucionados com duas câmeras, dois microfones de lapela, dois tripés, duas luzes, um software e um desktop ou laptop. “O investimento é relativamente baixo, mas pode interessar a empresas de todos os tamanhos que querem ter um site de vídeos na internet”, concluiu Josele.
Na Campus Party, comprovando a força dos vídeos em streaming na web, a Rede Cultura está estreando, oficialmente, a sua IPTV.
Fonte: INFO On-line
Guilherme Pavarin, de INFO Online
21 de janeiro de 2009
Campus Party Labs recebe 70 projetos de empreendedores brasileiros. Vencedores receberão investimentos.
SÃO PAULO – Nos primeiros dias da Campus Party Labs, as inovações empreendedoras se baseiam em duas poderosas frentes: vídeo e interação com redes sociais.
A área, que mostra aplicações da tecnologia para suprir carências do mercado atual, teve 70 inscritos, o que representa um número bastante superior às edições do mesmo evento em outros países. Por questão de tempo, foram selecionados apenas 40, considerados mais maduros e promissores. “A ideia é incentivar os empre-endedores e passar sugestões a eles. Não há clima de competição”, diz Edson Mackeenzy, do Videolog, e um dos coordenadores do Labs.
Responsável por administrar as bancas, ao lado de Manoel Lemos, CTO da Abril Digital, e Tiago Baeta, da Imaster, ele comentou sobre os projetos deste terceiro dia de Campus Party: “Até agora, o grande destaque fica para os sites de vídeo e as redes sociais. O que mais me impressionou até agora foi o ‘Gengibre’, do Cazé”.
No ar há três meses, o Gengibre - Pra aliviar a garganta, é uma criação do VJ da MTV Cazé Pecini e de Rodolfo Zikora, os mesmos idealizadores do site Gafanhoto. A ferramenta consiste, basicamente, em mandar mensagens de voz por telefone fixo ou celular e acoplar em blogs ou na própria rede, tal qual um serviço de ‘microblogging falado’.
“Queremos tornar o Gengibre o mais barato possível. Já me perguntaram por que não disponibilizamos vídeos para os usuários colocarem no site. Isso fugiria do nosso objetivo. Às vezes, na internet, o menos é mais. Estamos desenvolvendo internamente a mesma ferramenta (de voz, do Gengibre) para Orkut e Facebook”, disse Cazé.
Assim como os demais participantes, depois de apresentar o projeto em 15 minutos, Cazé e Rodolfo receberam sugestões e avaliações da bancada de quatro convidados da área. Todo o material será passado para investidores, que poderão comprar as ideias.
A força do vídeo na internet
Enquanto a turma do Gengibre se especializa na área de voz e refuta os vídeos, muitos outros projetos estão trazendo a TV para a tela do computador. É o caso do Canal 8, uma iniciativa piauiense, que cobre eventos locais e disponibiliza na web.
Josele, dono do projeto, quer expandir a sua TV, vendendo sua solução para outros estados. De Teresina, ele se oferece a comprar todos os equipamentos necessários para a construção de uma outra sede do canal, e dá consultoria sobre como usar o software, as câmeras e o que mais o ‘dono da franquia online’ precisar.
“Algumas matérias nossas já rolaram na TV local. Acreditamos no conteúdo com qualidade, com vinheta e som de primeira. Precisamos expandir para outros estados e, depois, juntar todo o conteúdo em nosso portal”, explicou o empre-endedor, que, no futuro próximo, pretende dividir a receita de publicidade com seus colaboradores.
De acordo com o piauiense, os problemas de custo e tempo foram solucionados com duas câmeras, dois microfones de lapela, dois tripés, duas luzes, um software e um desktop ou laptop. “O investimento é relativamente baixo, mas pode interessar a empresas de todos os tamanhos que querem ter um site de vídeos na internet”, concluiu Josele.
Na Campus Party, comprovando a força dos vídeos em streaming na web, a Rede Cultura está estreando, oficialmente, a sua IPTV.
Fonte: INFO On-line
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